A cada dia escrevo uma nova poesia
Sem me importar se são belas ou triviais

Frutos de minha modesta inspiração e nostalgia
Lidas por olhos que quiçá verei jamais.
Sem o lirismo dos poetas consagrados
Falam da vida sonhos e esperanças
Buscam exaltar o amor imaculado

Feito criança…totalmente desarmado.

O tempo voa e um novo ano se anuncia
Da fé renovada renasce a alegria
Promessas de paz como nos olhos ternos de Maria
Me envolvo nos braços de minha amada poesia.

Abro meu coração amigo para vos desejar
Um mundo de paz, luz e bondade
O melhor que busquei sem jamais alcançar
Onde reine a certeza do amor e caridade.

Agradeço comovido a sua amizade
As mensagens enviadas, a vontade de servir
Como hóstia consagrada a se dividir Feliz Ano Novo!!!

Obrigado por você existir

Mensagem Ano Novo

Acreditando no Ano Novo by Mensagens Natalinas on September 30th, 2008
É ousar e acreditar Acreditar nos sonhos e saber Que somos capazes de realizá-los É acreditar no Encanto e na Magia da Vida E ouvir sempre a voz do coração Pois lá, no santuário do coração Reside o Encanto e a Magia da Vida! Viver É buscar a harmonia de dentro para fora É sentir no coração a emoção da vida É sentir o sol pulsante, o orvalho do amanhecer É sentir as estrelas falando direto ao seu coração É ver e sentir a vida que pulsa em um animal É sentir compaixão pela dor do outro É amenizar o sofrimento daqueles que sofrem Viver É estar com o outro lado a lado e sentir-se feliz por ele estar feliz E na tristeza, levar uma mensagem de amor, fé e esperança Porque na vida o fim não existe.

Frases de ano novo by Mensagens de Ano Novo on December 25th, 2008
Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.

Novo Ano by Mensagens Natalinas on September 30th, 2008
Que o Senhor Nosso Deus de imensa bondade; Envolvam vocês com o Manto Sagrado.

Pequenas mensagens de ano novo by Mensagens de Ano Novo on December 28th, 2009
Esquecer é uma necessidade.

Mensagem de Fim de Ano by Mensagens Natalinas on September 30th, 2008
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.